Essa é a minha tribuna — uma coluna pessoal; eu, habitante do subterrâneo, lhe criei para poder fazer o que bem entender.

homem do subterrâneo

Inspirando-me na coluna de Orwell “As I Please”, tendo a querer extremar isso numa tribuna individualista, particularmente romântica e espiritualmente livre, com prosa e verso se encontrando, às vezes defrontando, nas mais variadas atividades do meu ofício particular: a escrita. (Uma tribuna literária de prosa e verso.)

 

Então, como essa é uma carta de abertura, deixo avisado que o conteúdo sempre será livre: publicações que tangem artigos, ensaios, contos, crônicas, poemas — ou desabafos e resenhas livres. Encontrarás o que cabe à escrita livre e ao risco do dizer.

 

Aqui devo libertar-me da inovadora máquina de conteúdo — aquela que posta só o muito bem e cuidadosamente avaliado, ou o bem-visto pelas poderosas otimizações constantes do marketing.

 

Não produzirei “conteúdo” no sentido frio do algoritmo; farei a composição aberta, desejante, apaixonada, afetuosa e, por vezes, decadente.

Essa é minha nova casa, o neocities, pois nenhum exercício de liberdade no Medium e Substack, seria realmente livre, com imposições de formato, com algoritimos falhos etc.

Aqui está um link do tuiter, onde eu vou propagar o meu blog.